"Tornamo-nos odiados tanto fazendo o bem como fazendo o mal." (Maquiavel).

quarta-feira, 29 de junho de 2016

Veveu culpou os adversários políticos aos movimentos que aterrorizaram Sobral




Sobrou para os políticos de oposição da cidade a avaliação do prefeito Veveu Arruda, aos últimos acontecimentos de movimento pacificador que espelhou pela cidade de Sobral nesses dois dias.

Ao desembarcar no aeroporto da cidade vindo de Fortaleza, acompanhado dos secretários de governo de Estado; da Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social coronel Lauro Carlos de Araújo Prado (Secretário adjunto) e do Delegado-geral: Raimundo de Souza Andrade Júnior, por volta das 23h, foram recebido por um grupo de jornalista que já o esperava no aeroporto. Veveu o primeiro a se pronunciar detalhou os planos elaborados em reunião com o governador Camilo Santana e, em seguida, elogiou o trabalho das Polícias Militar e Civil em tentar contornar a situação. Mas, Veveu não deixou por menos e culpou as reuniões políticas que aconteceram no Residencial Nova Caiçara, por políticos e militantes partidários contrários a sua administração em criar o fato. “Tentaram ao longo do tempo levar para o residencial Nova Caiçara uma imagem negativa que não é verdadeira (...). Na minha opinião há algo mais por trás disso. Porquê? Qual o objetivo disso?” indagou Veveu Arruda.

Já o secretário Adjunto coronel PM Lauro Prado não acredita em pacificação. Para ele a inimizade entre as pessoas de grupos diferentes é de pessoas, ou seja pessoal. “Você não tem essa história de pacificação. A inimizade é entre pessoas, é ocupação de espaços. É um querendo dominar o território do outro”, disse Lauro Prado.

Após o desembarque o grupo seguiu para a Delegacia de Polícia Civil, onde conheceu de perto a realidade da estrutura física do local.

Decisão: Vereadores do PMDB de Sobral garantem reajuste aos servidores do SAAE




Após toda bancada de vereadores do PMDB de Sobral - Junior Balreira, Cláudio Gil, Adauto Arruda, Fransquinha, Gegê Romão, Silvio Ávila, Fredim do Jaibaras, Chico Jóia, Kaka Linhares e Hermenegildo - firmarem questão quanto ao reajuste de 10,67% para servidores do Serviço Autônomo de Água e Esgoto de Sobral o projeto de Lei foi aprovado pela Câmara de Sobral. 
A defesa da emenda apresentada pelo vereador Fredim do Jaibaras, ganhou apoio da vereadora Fransquinha do Torto, que entrou com recurso solicitando a retroatividade do reajuste para 01 de janeiro, ao contrário do que defendia a base governista do prefeito Veveu, reajuste de apenas 5,5%, aplicado somente a partir de setembro.
O que a oposição não contava era com o apoio de vereadores da bancada do prefeito. Durante a sessão, parte da base aliada do prefeito se uniu aos vereadores do PMDB, garantindo a votação necessária para a aprovação. Para não amargar a derrota no plenário, o vereador Gilmar Bastos, também forte aliado de Veveu, mudou de opinião e logo de voto, passando a aprovar as emendas. 
O que se observou na sessão de hoje foi o amplo direcionamento do PMDB em defesa de uma classe. Vitória do trabalhador.

terça-feira, 28 de junho de 2016

As curtas do Blog Wilson Gomes



1- Júnior Balreira vereador do PMDB de Sobral está solicitando através da Câmara de vereadores que a prefeitura realize com urgência a limpeza, no caso, roço na CE Elízio Aguiar que liga a BR 222 ao distrito de Jaibaras.

2- Carlos do Calisto, vereador de Sobral, está solicitando um estudo técnico e a viabilidade do solo para perfuração de um poço profundo na localidade de Mulungu, distrito de Jaibaras.

3- Fransquinha do Torto apresentou na sessão de segunda-feira, requerimento que solicita da Prefeitura de Sobral, a recuperação da estrada vicinal que liga a localidade de Muquém ao distrito de Caioca.

Secretaria Gizella Gomes tenta acabar com evento em homenagem ao cantor Belchior



Pegou muito mal a atitude a adotada pela secretaria do município de Sobral, Gizella Gomes, Secretária de Urbanismo, Patrimônio Histórico e Meio Ambiente ao convocar várias viaturas da Polícia Militar e Guarda Civil Municipal para barrar um evento que estava acontecendo no Restaurante Miolo de Pote, neste final de semana. De acordo com um dos organizadores o evento musical era uma homenagem ao cantor Belchior e acontecia de maneira descontraída e com a presença de várias autoridades e pessoas da sociedade da cidade. Reclamando que não tinha licença municipal para a realização do evento, Gizella Gomes chegou com o poder de polícia para acabar com a diversão. Depois de muita discussão e bate-boca a festa pode continuar, mas ficou gravado o constrangimento para quem estava no recinto pelo grande número de carros de polícia que parou no local.

Blitz para cobrança do IPVA é ilegal


"As blitze de cobrança de IPVA são inconstitucionais. Ninguém pode ter o veículo apreendido por débito de Imposto porque nenhum tributo poder ser cobrado de forma coercitiva. O Estado tem outros meios de cobrança previstos em lei para exigir o imposto atrasado". A afirmação é do Vice-Presidente do Instituto de Estudos Tributários e sócio da Lippert Advogados, o advogado tributarista Rafael Korff Wagner, sobre as blitze de combate à inadimplência do IPVA 2016.

O que não impede que o motorista pego em flagrante receba uma multa de R$191,53 e sete pontos na Carteira Nacional de Habilitação, decorrente da falta do Certificado de Registro e de Licenciamento de Veículo (CRLV), documento gerado apenas para quem está com o Imposto em dia.


O posicionamento do advogado é corroborado por ação semelhante que foi julgada em Salvador (Bahia), em 2014. A juíza de Direito Maria Verônica Moreira Ramiro, da 11ª Vara da Fazenda Pública, deferiu liminar em uma Ação Civil Pública, posteriormente confirmada pelo Tribunal de Justiça da Bahia, proposta pela subseção da OAB Baiana, suspendendo as operações intituladas Blitz do IPVA, realizadas pelo Fisco estadual naquele Estado. A partir desta decisão, o Governo do Estado da Bahia teve que cobrar o imposto utilizando meios previstos na legislação, abstendo-se de apreender os automóveis dos contribuintes baianos em razão do não pagamento do IPVA, sob pena de multa de R$ 50 mil por operação de blitz.


Segundo o Rafael Wagner, o procedimento de blitz e apreensão do veículo em situação de inadimplência configura exercício ilegal do poder de polícia da Administração Pública. "Deve ser ofertado ao proprietário do veículo discutir a cobrança do imposto citado sem ser privado do seu direito de propriedade", afirma.


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