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quinta-feira, 7 de julho de 2016

Dom Aldo Pagotto teve problemas quando esteve em Sobral



Dom Aldo Pagotto, que teve o pedido de afastamento das atividades na Arquidiocese da Paraíba aceito pelo papa. 

Envolvido em acusações no Ceará, onde desenvolveu atividades como bispo da Diocese de Sobral, na Região Norte. Além das recentes denúncias de pedofilia, ele já havia sido acusado pelo Ministério Público Estadual do Ceará, em 2002, de induzir adolescentes a mudarem depoimentos à Justiça no caso do frei Luis Sebastião Thomaz -apontado como suposto autor de abuso sexual contra 21 meninas de Santana do Acaraú, no interior cearense.



Em 2002, frei Luis Sebastião Thomaz foi denunciado por crianças e adolescentes de abuso sexual em troca de roupas, dinheiro e alimentos.



Na época, o delegado responsável pelo inquérito, Aurélio Araújo, afirmou que o então bispo da Diocese de Sobral, Aldo Pagotto, teria incentivado as jovens, na casa delas, a contarem outra história sobre o caso. Isso teria ocorrido após rezar uma missa em Santana do Acaraú.



O promotor do Ministério Público Estadual em Sobral, Alexandre Pinto,  foi autor da denúncia e afirmou em entrevista na tarde desta quarta-feira, 6, que, na época, a acusação foi recebida pela então juíza de Santana do Acaraú, Solange Menezes Holanda, mas foi arquivada pelo Tribunal de Justiça do Ceará.



“Quando ainda estava em interrogatório, recebemos a comunicação que o TJCE havia determinado o trancamento da ação e com isso a ação foi praticamente encerrada. Não houve pedido de recurso”, afirmou. 



Segundo padre Gilson Soares, assessor da Confederação Nacional de Bispos do Brasil (CNBB) na Regional Nordeste 1, com o pedido de renúncia de Aldo Pagotto aceito, ele agora se torna bispo emérito. “Ele continua sendo padre, continua sendo bispo, mas tirou a função do exercício em João Pessoa”, explicou. 


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