Com a proximidade do julgamento final de seu processo de cassação, o
deputado afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) intensificou as articulações
para tentar salvar seu mandato. Suspenso do exercício parlamentar e sem a
presidência da Câmara dos Deputados, o peemedebista passou a se dedicar
mais à sua defesa e tenta reagrupar sua "tropa de choque" na Casa,
dispersa por causa da campanha eleitoral municipal.
Na
semana passada, líderes aliados de Cunha passaram a fazer um
levantamento em suas bancadas para saber quais deputados pretendem
comparecer à votação, marcada para a segunda-feira da próxima semana. O
peemedebista sabe que os parlamentares que estiverem presentes no
plenário dificilmente votarão abertamente a seu favor às vésperas das
eleições. Por isso, articula para que os deputados faltem à sessão.
O
movimento de esvaziamento tem como alvo o PMDB e legendas do Centrão -
grupo de 13 partidos liderados por PP, PSD, PTB e Solidariedade. Para
que o deputado afastado seja cassado pelo plenário da Câmara, bastam 257
votos favoráveis à condenação - a Casa tem 513 deputados. Os
parlamentares que se ausentarem, portanto, estarão ajudando o
peemedebista.
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