Na noite de segunda-feira, 12, o plenário da Câmara cassou o mandato
do deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Após a decisão, o peemedebista
conversou com jornalistas e afirmou que foi "vítima de vingança
política" e de "campanha de perseguição" da TV Globo. Acusado de mentir à
CPI sobre contas no exterior, Cunha foi cassado com 450 votos a favor,
10 contra e nove abstenções.
Eu cometi muitos erros. Eu sou ser humano e já admiti, quando escrevi
para os parlamentares, que cometi muitos erros. Eu errei, errei muitas
vezes, mas não foram os meus erros que me levaram à cassação. O que está
levando à minha cassação é a política. Então, eu fui vítima de uma
vingança política perpetrada no meio do processo eleitoral. Estamos
vivendo um processo político em que eu, por ter dado curso ao processo
de impeachment, virei o troféu para poder fomentar o discurso do golpe”,
disse à imprensa. O G1 noticia que Cunha acusou a Globo de ter feito
"um ano inteiro de campanha" contra ele.
A decisão do plenário faz com que o político fique oito anos inelegível a
partir do fim do mandato. Assim, Cunha não pode disputar eleições até
2026. Outro ponto tem relação ao foro privilegiado, direito de ser
processado e julgado somente no Supremo Tribunal Federal (STF). O
processo fez com que o peemedebista perdesse o benefício e os inquéritos
e ações que responde na Operação Lava Jato deverão ser enviadas à
primeira instância da Justiça Federal.
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