O choro da
tristeza de ter perdido um ente querido, foi trocado pelo choro da revoltar de
ter sido enganado por um plano funerário, desses que você paga a vida toda e na
hora da necessidade vem à decepção. Foi o que aconteceu com a família de
Francisca Gomes de Souza, falecida na sexta-feira Santa, e que morava no entorno
do Açude Cachoeira, em Sobral, cujo o sepultamento aconteceu no final da tarde
de sábado.
O plano funerário oferecido pela PLAMOVIL,
garantia na hora do sepultamento, cobertura melhor que quaisquer outros planos
com, caixão, embasamento do corpo, jazigo, assistente social, auxiliar de
enfermagem, ônibus, café, água, todo o aparato da concorrente.
Mas veio a
primeira decepção: para fazer o embasamento teria que a família pagar R$ 1.500,00,
uma vez que o trabalho seria feito na cidade de Massapê, e segundo consta foi
feito pela funerária concorrente.
Na casa onde aconteceria
o velório, deixaram o corpo na residência da vitima e foram embora. O viúvo ao
procurar a PLAMOVIL o funcionário da empresa disse que não tinha direito, e
comentou que não comentasse com alguém sobraria para “ele” o funcionário.
Na hora do
sepultamento, mas constrangimento e revolta. O ônibus passou a ser exigido por
todos da família e pessoas que estavam no velório. Que somente após exigência o
carro chegou e com muito atraso.
O veículo
para fazer o traslado do corpo chegou com atraso e os pneus lisos, não
suportaram a estrada e um deles acabou furando. O sepultamento que estava
marcado para as 15h, por irresponsabilidade da PLAMOVIL, só foi possível depois
das 17h. A família promete entrar na justiça para reparar os danos e os constrangimentos
que passaram durante o sepultamento de Francisca Gomes de Souza.
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